E descobri que me pertence, me destes de graça tudo aquilo que eu
queria compulsoriamente. Agora o que guardei - economias postas
debaixo das minhas costas deitadas -, são inúteis e só me servem às
futilidades insaciáveis.
Apetrecho
H á quem prefira o silêncio e vive em sua caixa de sapato fechada na prateleira, rezando para que a poeira não cubra o coro da sua feitura: desdobramento de um argumento de Letícia. Porém vai bem à frente disso, e por xingamentos e pedidos de amigos, leitores e paixões de palmas suando frio, resolvi pagar o preço da crítica e da emoção instantânea re-ofertando os comentários dos passageiros que me passam. Comente quando quiser, o meu usufruir será farto, aos que enviam e-mail e preferem dos laços mais estreitos, cá estou abanando um olá!